“ACESSIBILIDADE E RESPEITO AOS CADEIRANTES, UMA UTOPIA”
Sempre quando andamos no centro das grandes cidades, quando vamos a um banco, a uma estação de trem percebemos que não há acessibilidade aos cadeirantes, acabando com o direito do ser de ir e vir, dificultando o acesso aos bancos, as estações de trem, as calçadas, padarias e muitos outros lugares que cadeirantes assim como nós precisam freqüentar. Os estabelecimentos comerciais, as calçadas, alguns bancos, ônibus não são adequados para que essas pessoas possam se locomover de um lugar para outro com conforto e facilidade.
Quando o problema não é a falta de acessibilidade é a tremenda falta de respeito, são pessoas utilizando as vagas que são exclusivas para portadores de deficiência física, impossibilitando que a pessoa estacione em um espaço que é especialmente para ela.
No dia 12 de Março de 2010 assisti uma reportagem em um programa chamado Câmera Record que acompanhou por um dia a vida de um cadeirante, mostrando a dificuldade e a humilhação diante dos paulistanos, uma dura realidade que temos que conviver todos os dias. O repórter questionava as pessoas o porquê de elas estacionarem em uma vaga que não as pertencem, reprimindo e as deixando constrangidas pelo ato de irresponsabilidade e de inflação à lei, correndo o risco de levar multas.
Apesar de todos os cuidados os casos de descaso, preconceito, discriminação, desrespeito, desprezo aos portadores de deficiência física ainda continuam, e ainda continuamos a nos perguntar se podemos alcançar a melhoria a esse problema ou se é mais uma utopia!
Quando o problema não é a falta de acessibilidade é a tremenda falta de respeito, são pessoas utilizando as vagas que são exclusivas para portadores de deficiência física, impossibilitando que a pessoa estacione em um espaço que é especialmente para ela.
No dia 12 de Março de 2010 assisti uma reportagem em um programa chamado Câmera Record que acompanhou por um dia a vida de um cadeirante, mostrando a dificuldade e a humilhação diante dos paulistanos, uma dura realidade que temos que conviver todos os dias. O repórter questionava as pessoas o porquê de elas estacionarem em uma vaga que não as pertencem, reprimindo e as deixando constrangidas pelo ato de irresponsabilidade e de inflação à lei, correndo o risco de levar multas.
Apesar de todos os cuidados os casos de descaso, preconceito, discriminação, desrespeito, desprezo aos portadores de deficiência física ainda continuam, e ainda continuamos a nos perguntar se podemos alcançar a melhoria a esse problema ou se é mais uma utopia!
Essa é uma questão mto importante a ser debatida, pois, como se sabe, se a pessoa não pode exercer seus direitos fundamentais como o de ir e vir não podemos considerar q vivemos num país q garanta esse direito a todos. Inclusive estou pensando em fazer meu trabalho de conclusão de curso sobre acessibilidade!!
ResponderExcluirNo comments...A reportagem ja fala por si só.
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